Questões filtradas por: cargo de professor - educação infantil

Quer testar seus conhecimentos de maneira rápida, fácil e eficiente? Responda aqui milhares de questões grátis de concursos anteriores. Você pode filtrar as questões por cargo, órgão, matéria e banca de acordo com o seu objetivo. Prepare-se para os concursos públicos.

001
Matéria: Matemática
Órgão: Prefeitura de Parnarama - MA
Ano: 2014

José ligou para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para fazer uma reclamação. Ao terminar a ligação, a telefonista o orientou a anotar o número do protocolo. José escreveu então 124876. Neste número, qual o valor relativo do algarismo 8?

002
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Parnarama - MA
Ano: 2014

A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-lhes, EXCETO,

003
Matéria: Pedagogia
Órgão: IBC
Ano: 2013

Sobre o processo de construção da linguagem, assinale a alternativa INCORRETA.

004
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

A brinquedoteca constitui-se em um ambiente lúdico que permite o contato da criança com uma variedade de brinquedos. Além disso, é um importante espaço para brincar. O brincar, por sua vez, é um caminho para ascender ao novo, aprender, (re)elaborar os saberes. Deste modo, é correto afirmar que a brinquedoteca é um espaço

005
Matéria: Coesão e coerência
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para fugir à armadilha da simplificação
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002)
O termo destacado em “...que os respeite, ...” (5º§) retoma a expressão antecedente:

006
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – DCNEI – estão definidos os princípios que devem nortear os PPP’s das IEI, quais sejam:

I. Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum.

II. Princípios dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem Democrática.

III. Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais.

IV. Princípios Religiosos, de Identidades Culturais e Políticas e de Formação Democrática.

Estão corretas apenas as afirmativas:

007
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para Hernandez (1998), são características do currículo transdisciplinar, EXCETO:

008
Matéria: Pedagogia
Órgão: SESC-PE
Ano: 2010

A adoção da pedagogia de Projetos implica

1. desarticulação entre os conhecimentos escolares e a vida real, a fragmentação dos conteúdos em disciplinas, em séries e em períodos letivos predeterminados, com horários semanais fixos e bimestres.
2. romper com o protagonismo do professor nas atividades educativas e com a avaliação exclusivamente final, centrada nos conteúdos assimilados.
3. levar os alunos a compreenderem o valor do que está aprendendo e a reconhecer necessidade da aprendizagem centrada em objetivos concretos e reais.
4. partir de uma visão sincrética do assunto, passando por uma etapa analítica e concluindo com uma visão sintética do problema estudado.
5. a ação do professor como um supervisor das aquisições dos alunos, acompanhando se realmente realizaram as atividades de ensino planejadas.

Estão corretas:

009
Matéria: História
Órgão: SESC-PE
Ano: 2010

A Praieira foi um dos movimentos que marcou o cenário político de Pernambuco no século XIX. De caráter liberal, a Praieira caracterizou-se pela:

010
Matéria: Geografia
Órgão: SESC-PE
Ano: 2010

No ensino de Geografia é importante considerar quais são as categorias dessa ciência mais adequadas para os alunos e para as alunas em relação à sua faixa etária, ao momento da escolaridade em que se encontram e às capacidades que se espera que sejam desenvolvidas. Uma dessas categorias corresponde às referências pessoais e ao sistema de valores que direcionam as diferentes formas de perceber e constituir o espaço vivido. Assinale-a: