Questões filtradas por: cargo de professor - educação infantil

Quer testar seus conhecimentos de maneira rápida, fácil e eficiente? Responda aqui milhares de questões grátis de concursos anteriores. Você pode filtrar as questões por cargo, órgão, matéria e banca de acordo com o seu objetivo. Prepare-se para os concursos públicos.

001
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Maria Helena - PR
Ano: 2014

Sobre as disposições da Educação Infantil apresentadas na Lei nº 9.394/96, é INCORRETO afirmar:

002
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de São José de Princesa - PB
Ano: 2013

A professora Marilda desenvolve uma ação avaliativa mediadora e planeja suas aulas a partir dos equívocos e erros identificados nas atividades desenvolvidas, explicando que o erro é algo inerente ao processo de aprendizagem. Nessa perspectiva a professora deve:

003
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

Para Piaget, o desenvolvimento mental dá-se espontaneamente a partir de suas potencialidades e da sua interação com o meio. O processo de desenvolvimento mental é lento, ocorrendo por meio de graduações sucessivas através de estágios: período da inteligência sensório-motora, da inteligência pré-operatória, da inteligência operatória concreta e da inteligência operatória formal. No estágio sensório-motor, a criança busca adquirir controle motor e aprender sobre os objetos físicos que a rodeiam. Neste estágio, o bebê adquire o conhecimento por meio de suas próprias ações que são controladas por informações sensoriais imediatas. Deste modo, é correto afirmar que o período sensório-motor se caracteriza pelo(a)

004
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

O processo de formação de um leitor começa bem antes da criança aprender a decodificar a leitura a partir do texto escrito. O início deste caminho e a sedução para ele se dão ainda no berço, através dos acalantos, parlendas e da ambiência de afeto que este momento propicia. Deste modo, a contação de história, antigo costume popular pertencente à tradição oral, vem sendo vista pela educação como uma linguagem de afeto e como caminho para o desenvolvimento do(a)

005
Matéria: Português
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

Do navio sueco com sereia de amor

[...]
No dia seguinte, depois do almoço, os marinheiros tiveram novamente folga, espalharam- se pelas ruas. Como gostavamda cachaça ilheense!, comprovavam com orgulho os grapiúnas. Vendiam cigarros estrangeiros, peças de fazenda, frascos de perfume, bugigangas douradas.Gastavamo dinheiro em cachaça, enfiavam-se nas casas de mulheres-dama, caíambêbados na rua.

Foi depois da sesta. Antes da hora do aperitivo da tarde, naquele tempo vazio, entre as três e as quatro e meia. Quando Nacib aproveitava para fazer as contas da caixa, separar o dinheiro, calcular os lucros. Foi quando Gabriela, terminado o serviço, partiu para casa. O marinheiro sueco, um loiro de quase dois metros, entrou no bar, soltou um bafo pesado de álcool na cara de Nacib e apontou com o dedo as garrafas de “Cana de Ilhéus”. Um olhar suplicante, umas palavras em língua impossível. Já cumprira Nacib, na véspera, seu dever de cidadão, servira cachaça de graça aos marinheiros. Passou o dedo indicador no polegar, a perguntar pelo dinheiro. Vasculhou os bolsos o loiro sueco, nem sinal de dinheiro. Mas descobriu um broche engraçado, uma sereia dourada. No balcão colocou a nórdica mãe-d'água, Yemanjá de Estocolmo. Os olhos do árabe fitavam Gabriela a dobrar a esquina por detrás da igreja.Mirou a sereia, seu rabo de peixe.Assimera a anca de Gabriela.Mulher tão de fogo nomundo não havia, com aquele calor, aquela ternura, aqueles suspiros, aquele langor.Quantomais dormia comela, mais tinha vontade. Parecia feita de canto e dança, de sol e luar, era de cravo e canela. Nunca mais lhe dera umpresente, uma tolice de feira. Tomou da garrafa de cachaça, encheu um copo de vidro grosso, o marinheiro suspendeu o braço, saudou em sueco, emborcou em dois tragos, cuspiu. Nacib guardou no bolso a sereia dourada, sorrindo. Gabriela riria contente, diria a gemer: “precisava não, moço bonito...”

E aqui termina a história de Nacib e Gabriela, quando renasce a chama do amor de uma brasa dormida nas cinzas do peito. Do navio sueco com sereia de amor

(AMADO, Jorge. . 53. ed. Rio de Janeiro: Record, 1977. p. 357.)
Com base na leitura do texto, analise as afirmativas a seguir:

I. Pode-se dizer que o narrador registra tudo o que narra, como se a vida fosse um espetáculo para os olhos.

II. Gabriela é descrita como uma mulher completa, feita só de qualidades positivas.

III. O amor entre Nacib e Gabriela é impossível porque ambos pertencem a culturas diferentes.

Assinale a alternativa que aponta a(s) afirmativa(s) correta(s).

006
Matéria: Coesão e coerência
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para fugir à armadilha da simplificação
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002)
O termo destacado em “...que os respeite, ...” (5º§) retoma a expressão antecedente:

007
Matéria: Atualidades
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

O gráfico a seguir mostra os resultados de uma pesquisa realizada pela empresa de serviços online Pingdom, baseada em dados da Internet World Stats, que classifica os 20 países que possuem o maior número de internautas e suas respectivas populações. Observando o gráfico, analise:

Imagem 001.jpg

(Tradução do gráfico para português: Usuários de Internet versus população total. Usuários da Internet. População. China. EUA. Japão. Índia. Brasil. Alemanha. Rússia. Reino Unido. França. Nigéria. Coreia do Sul. Turquia. Irã. Itália. Indonésia. Filipinas)

I. Os países que apresentam a maior penetração da internet em relação à sua população são Reino Unido, Coreia do Sul, Alemanha, Japão e EUA.

II. A Ásia possui o maior número de países presentes entre os 20, no entanto todos os continentes se encontram representados.

III. Pelo gráfico, podemos ver os países que apresentam maior potencial de crescimento da internet e, percentual- mente, a Indonésia lidera esse ranking, já que apenas 12% da população utilizam a internet.

IV. Podemos afirmar que no Brasil, a internet já alcançou uma penetração superior a 40% da população do país.

São afirmativas adequadas ao enunciado da questão:

008
Matéria: Pedagogia
Órgão: UFSC
Ano: 2010

No Brasil, a partir da década de 1980, no bojo do processo de redemocratização do país, a educação infantil ganhou um grande impulso, tanto no plano das pesquisas e do debate teórico quanto no plano legal, propositivo e de intervenção na realidade. A partir desses avanços, no que se refere às indicações efetuadas por intermédio da LDBN (BRASIL, 1996) e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 2009), analise as afirmativas abaixo.

I. A educação infantil é oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados, que educam e cuidam de crianças de zero a cinco anos de idade, no período diurno, em jornada integral ou parcial, sendo regulados e supervisionados por órgãos competentes do sistema de ensino e submetidos a controle social.
II. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos e onze meses de idade, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sociais, complementando a ação da família e da comunidade.
III. As creches e as pré-escolas se constituem em estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de zero a cinco anos e onze meses de idade por meio de profissionais com formação específica legalmente determinada, refutando assim funções de caráter meramente assistencialista, embora mantenham a obrigação de assistir às necessidades básicas de todas as crianças.
IV. As creches e as pré-escolas, por serem responsáveis pela complementação da ação das famílias, ainda que possuam caráter institucional, precisam buscar formatações que se assemelhem aos contextos domésticos, tendo em vista a necessidade das famílias.
V. Com a Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, a educação infantil passa a constituir a primeira etapa da educação básica. Assim, por fazer parte dos serviços educacionais, precisa desresponsabilizar-se das ações vinculadas à assistência da criança (atendimento às suas necessidades de higiene e saúde), para poder dedicar-se apenas aos serviços educacionais.

Assinale a alternativa CORRETA.

009
Matéria: Matemática
Órgão: SESC-PE
Ano: 2010

Observe a grade de 9 números representada abaixo.

imagem-008.jpgEscolhendo três desses números, em linhas e colunas diferentes, qual a soma máxima que se pode obter?

010
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Lages - SC
Ano: 2013

O brincar é considerado por estudiosos da área como atividade principal da criança. Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre esse tema.

( ) É uma ação livre, iniciada e conduzida pela criança com a finalidade de tomar decisões, expressar sentimentos e valores, conhecer a si mesma, a outras pessoas e o mundo em que vive.

( ) Brincar é repetir, recriar ações prazerosas, expressar situações imaginárias, criativas, compartilhar brincadeiras com outras pessoas.

( ) A partir da brincadeira a criança expressa sua individualidade e sua identidade, explora a natureza, os objetos, comunica-se e participa da cultura lúdica para compreender o universo.

( ) Ainda que o brincar seja considerado um ato inerente à criança, exige um conhecimento, um repertório que ela precisa aprender.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo