Questões filtradas por: cargo de professor - educação infantil

Quer testar seus conhecimentos de maneira rápida, fácil e eficiente? Responda aqui milhares de questões grátis de concursos anteriores. Você pode filtrar as questões por cargo, órgão, matéria e banca de acordo com o seu objetivo. Prepare-se para os concursos públicos.

001
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Maria Helena - PR
Ano: 2014

Sobre as disposições acerca da Educação Básica apresentadas na Lei nº. 9.394/96, é CORRETO afirmar:

002
Matéria: Português
Órgão: Prefeitura de Parnarama - MA
Ano: 2014

TEXTO II

imagem-002.jpgEm fora da escola, foi dele o verso corajoso, o segmento destacado

003
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Parnarama - MA
Ano: 2014

Para que as crianças possam exercer sua capacidade de criar é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas nas instituições, sejam elas mais voltadas às brincadeiras ou às aprendizagens que ocorrem por meio de uma intervenção direta. Assim, assinale as alternativas que expressam características da brincadeira na educação infantil.

I. A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o “não-brincar”.

II. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação, isto não implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica.

III. Para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir- lhes novos significados.

IV. Toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada.

São verdadeiras as alternativas:

004
Matéria: Português
Órgão: IBC
Ano: 2013

Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
1.§ Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico. 2.§ Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão. 3.§ A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno-professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas. 4.§ Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu. Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
“...Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública.” (2.§) No fragmento acima, temos um exemplo de figura de

005
Matéria: Pedagogia
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

Ao final de um projeto com crianças de 4 e 5 anos de idade, o professor propõe uma avaliação. Na Educação Infantil, esta prática pode ser realizada:

006
Matéria: Interpretação de Textos
Órgão: Prefeitura de Salvador - BA
Ano: 2010

imagem-retificada-texto-001.jpgA relação lógica estabelecida entre as ideias de um texto, por meio do termo ou da expressão destacada, está exemplificada corretamente em

007
Matéria: Interpretação de Textos
Órgão: Prefeitura de Salvador - BA
Ano: 2010

Imagem 003.jpg

A visão apresentada na charge (Texto II) sobre o papel social desempenhado por pais e mães fica explícita, no Texto I, em:

A visão apresentada na charge (Texto II) sobre o papel social desempenhado por pais e mães fica explícita, no Texto I, em:

008
Matéria: Português
Órgão: SESC-PE
Ano: 2010

Texto 1:

Discurso vazio: as expressões que o professor usa sem saber o que significam

Algumas expressões popularizadas no meio educacional são usadas hoje com um sentido muito diferente do que tinham originalmente, mostrando que muitos educadores estão se apoiando em ideias frágeis

A fala dos educadores brasileiros nunca esteve tão afiada. Conceitos importantes da Pedagogia e as práticas de sala de aula mais valorizadas hoje estão na ponta da língua e ajudam a definir o trabalho docente. Não é preciso estar entre grandes mestres para ouvir citações de Paulo Freire (1921-1997), como a importância de "focar a realidade do aluno" durante o planejamento, ou sobre o construtivismo - a necessidade de "levantar o conhecimento prévio" da turma.

No entanto, conforme a conversa avança, percebe-se que ela está calcada num discurso vazio. O resultado é a transformação de ideias consagradas, como, cidadania, em jargões que perderam o significado original. Esse conceito, difundido com a redemocratização do país, relacionava-se à necessidade de as pessoas terem um preparo que lhes permitisse atuar na sociedade - incluído aí saber ler e escrever e os demais conteúdos do currículo.

Hoje, o sentido de cidadania propagado em muitos projetos está relacionado apenas a ações de preservação ambiental ou de cunho social - como se socializar o conhecimento construído pela humanidade, ou seja, ensinar, já não fosse tarefa suficiente para a escola. "Os professores usam essas expressões sem refletir sobre elas e sem compreender em que se baseiam", ressalta Raymundo de Lima, professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e estudioso do discurso docente.

(...)


MOÇO, Anderson; SANTOMAURO, Beatriz; VICHESSI, Beatriz Revista Nova Escola. Ed. 218, nov. 2008. Disponível em http:// revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/discurso- vazio-466745.shtml?page=8 Acesso 02 abr. de 2010. Adaptado.Após a leitura do texto 1, releia o trecho que vem logo após o título:

Algumas expressões popularizadas no meio educacional são usadas hoje com um sentido muito diferente do que tinham originalmente, mostrando que muitos educadores estão se apoiando em ideias frágeis

Pode-se afirmar corretamente que esse trecho tem a função de

009
Matéria: Português
Órgão: Prefeitura de Lages - SC
Ano: 2013

Texto

“O ar que respiramos tem sido contaminado por uma mistura de substâncias que provoca câncer", afrmou Kurt Straif, chefe da seção de monografas da IARC. “Agora sabemos que a contaminação do ar exterior não apenas é um risco maior para a saúde em geral, mas também uma causa ambiental de mortes por câncer"

“Os especialistas concluíram que existem provas suf- cientes de que a exposição à poluição do ar provoca câncer de pulmão. Também notaram uma associação com um risco maior de câncer de bexiga", destacou a IARC em um comunicado.

Apesar da possibilidade de variação considerável na composição da contaminação do ar e dos níveis de exposição, a agência destacou que suas conclusões se aplicam a todas as regiões do mundo. Os dados mais recentes da agência mostram que, em 2010, mais de 223 mil pessoas morreram de câncer de pulmão relacionado à poluição do ar.

Fonte: < http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/10/ poluicao-do-ar-e-classifcada-como-cancerigena-pela-oms.html> acesso em 17.10.2013.

Assinale a alternativa que apresenta o correto uso da vírgula.

010
Matéria: Português
Órgão: Prefeitura de Lages - SC
Ano: 2013

Texto

“O ar que respiramos tem sido contaminado por uma mistura de substâncias que provoca câncer", afirmou Kurt Straif, chefe da seção de monografias da IARC. “Agora sabemos que a contaminação do ar exterior não apenas é um risco maior para a saúde em geral, mas também uma causa ambiental de mortes por câncer".

“Os especialistas concluíram que existem provas suficientes de que a exposição à poluição do ar provoca câncer de pulmão. Também notaram uma associação com um risco maior de câncer de bexiga", destacou a IARC em um comunicado.

Apesar da possibilidade de variação considerável na composição da contaminação do ar e dos níveis de exposição, a agência destacou que suas conclusões se aplicam a todas as regiões do mundo. Os dados mais recentes da agência mostram que, em 2010, mais de 223 mil pessoas morreram de câncer de pulmão relacionado à poluição do ar.

Fonte: < http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/10/ poluicao-do-ar-e-classificada-como-cancerigena-pela-oms.html> acesso em 17.10.2013.

Assinale a alternativa em que a análise sintática do termo sublinhado está correta.