Questões filtradas por: cargo de professor - educação infantil

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001
Matéria: Conhecimentos Gerais
Órgão: Prefeitura de Maria Helena - PR
Ano: 2014

No ano de 1969 foi anexado ao município de Maria Helena o distrito de:

002
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de São José de Princesa - PB
Ano: 2013

Além de uma formação inicial consistente, o professor deve investir em sua formação continuada, de forma sistemática, a fim de se desenvolver como profissional de educação. Segundo os documentos atuais do MEC essa formação deve ser:

003
Matéria: Pedagogia
Órgão: IBC
Ano: 2013

Há três fases básicas na trajetória da formação de conceitos, segundo Vygotsky e nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.

004
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

Conforme o PARECER CNE/CEB nº 22/98, assinale a alternativa correta.

005
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

Para se idealizar métodos eficazes de instrução das crianças em idade escolar no conhecimento sistemático, é necessário compreender o desenvolvimento dos conhecimentos científicos no espírito da criança. Vygotsky foi um dos estudiosos deste tema, desenvolvendo alguns estudos experimentais para observar a dinâmica do processo de formação de conceitos. Para Vygotsky, o desenvolvimento de um conceito científico geralmente começa com sua definição verbal e com sua aplicação em operações não espontâneas. Desse modo, é correto afirmar que o desenvolvimento dos conceitos espontâneos da criança

006
Matéria: Educação
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

Foi realizado pelo jornal Folha de São Paulo, com a contribuição do Instituto Datafolha, um ranking entre as universidades brasileiras, listando-as de acordo com a qualidade. Para a elaboração do ranking, foram utilizados quatro indicadores, a saber: “qualidade da pesquisa", “qualidade de ensino", “avaliação do mercado" e “indicador de inovação". Entre as instituições localizadas no estado da Bahia, a que ficou com a melhor colocação foi a Universidade

007
Matéria: Pedagogia
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

Na relação entre objetivos, conteúdos e métodos, há uma mútua interdependência. Eles formam uma unidade no processo de ensino-aprendizagem e, de acordo com Libâneo (1994), constituem a linha fundamental de compreensão do processo didático. Nesse contexto, os conteúdos:

008
Matéria: Funções morfossintáticas da palavra SE
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para fugir à armadilha da simplificação
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002)
Observe a palavra em destaque nos trechos a seguir:

I. “Se é assim,...” (3º§)

II. “... se estivessem no poder,...” (4º§)

III. “... se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho...” (6º§)

A palavra “se”, destacada nas frases anteriores, indica hipótese apenas em:

009
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Estabelecer um ambiente e determinadas relações que facilitem a autoestima e o auto conceito é fundamental para a aprendizagem.” (Antoni Zabala) Analise as afirmativas:

I. Para aprender é indispensável que haja clima e ambiente adequados, constituídos por um marco de relações em que predominem a aceitação, a confiança, o respeito mútuo e a sinceridade.

II. A aprendizagem não é potencializada quando convergem as condições que estimulam o trabalho e o esforço.

III. É preciso criar um ambiente seguro e ordenado que ofereça a todos os alunos a oportunidade de participar, num clima com multiplicidade de interações que promovam a cooperação e a coesão do grupo.

Assinale a alternativa correta:

010
Matéria: Atualidades
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

O gráfico a seguir mostra os resultados de uma pesquisa realizada pela empresa de serviços online Pingdom, baseada em dados da Internet World Stats, que classifica os 20 países que possuem o maior número de internautas e suas respectivas populações. Observando o gráfico, analise:

Imagem 001.jpg

(Tradução do gráfico para português: Usuários de Internet versus população total. Usuários da Internet. População. China. EUA. Japão. Índia. Brasil. Alemanha. Rússia. Reino Unido. França. Nigéria. Coreia do Sul. Turquia. Irã. Itália. Indonésia. Filipinas)

I. Os países que apresentam a maior penetração da internet em relação à sua população são Reino Unido, Coreia do Sul, Alemanha, Japão e EUA.

II. A Ásia possui o maior número de países presentes entre os 20, no entanto todos os continentes se encontram representados.

III. Pelo gráfico, podemos ver os países que apresentam maior potencial de crescimento da internet e, percentual- mente, a Indonésia lidera esse ranking, já que apenas 12% da população utilizam a internet.

IV. Podemos afirmar que no Brasil, a internet já alcançou uma penetração superior a 40% da população do país.

São afirmativas adequadas ao enunciado da questão: