Questões filtradas por: cargo de professor - educação infantil

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001
Matéria: Matemática
Órgão: Prefeitura de Maria Helena - PR
Ano: 2014

O resultado da expressão 2,8 x (579,3 + 97,5) é:

002
Matéria: Internet
Órgão: Prefeitura de Parnarama - MA
Ano: 2014

Quanto à Internet, aponte a alternativa CORRETA.

003
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Araraquara - SP
Ano: 2013

Com base na LDBEN, Lei nº 9.394/1996, artigo 18, os sistemas municipais de ensino compreendem, entre outros,

004
Matéria: Português
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

imagem-001.jpgAssinale a alternativa em que estão correta e respectivamente identificadas as relações de sentido dos elementos em destaque nas frases.

I. “QUANDO se incorporou aos Capitães da Areia [...]"
II. “[...] MAS com os olhos puxados para as luzes dos navios [...]"
III. “[...] soltando palavrões E fumando pontas de cigarro, […]"

005
Matéria: Conhecimentos Gerais
Órgão: SESC-BA
Ano: 2012

O prêmio Nobel da Paz é um dos títulos mais divulgados no mundo e, normalmente, contempla uma personalidade de reconhecido esforço por movimentos pacíficos. O Nobel da Paz de 2012 foi marcado por discussões acaloradas sobre o poder das relações internacionais na outorga do prêmio. O prêmio foi concedido, em 2012, para:

006
Matéria: Figuras de Linguagem
Órgão: Prefeitura de Salvador - BA
Ano: 2010

imagem-retificada-texto-001.jpgEntre os recursos conotativos utilizados no Texto I, destaca-se a metáfora, cuja definição apresenta-se a seguir.

“A metáfora consiste no emprego de palavras ou expressões convencionalmente identificadas com dado domínio de conhecimento para verbalizar experiências conceptuais de outro domínio.”

AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa, 2ª. ed. São Paulo: Publifolha, 2008.

Um exemplo de metáfora, no Texto I, é:

007
Matéria: Funções morfossintáticas da palavra SE
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para fugir à armadilha da simplificação
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002)
Observe a palavra em destaque nos trechos a seguir:

I. “Se é assim,...” (3º§)

II. “... se estivessem no poder,...” (4º§)

III. “... se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho...” (6º§)

A palavra “se”, destacada nas frases anteriores, indica hipótese apenas em:

008
Matéria: Pedagogia
Órgão: Prefeitura de Congonhas - MG
Ano: 2010

Para Hernandez (1998), são características do currículo transdisciplinar, EXCETO:

009
Matéria: Pedagogia
Órgão: UFSC
Ano: 2010

Com relação à Educação Básica no contexto universitário, é CORRETO afirmar que:

010
Matéria: Pedagogia
Órgão: UFSC
Ano: 2010

Jean Piaget estruturou um sistema explicativo da cognição humana a partir da utilização das contribuições da Biologia e da Lógica. A Epistemologia Genética é uma das grandes teorias do desenvolvimento humano. Com relação a esse assunto, analise as afirmativas abaixo.

I. A teoria piagetina é uma teoria condutista-interacionista.
II. O desenvolvimento da cognição depende da maturidade do Sistema Nervoso Central – SNC, das interações com os objetos físicos e da interação social.
III. Piaget resgatou da Biologia as categorias de: homeostase (equilibração) e adaptação (assimilação e acomodação).
IV. Na teoria piagetiana, o motor da ação é a busca do equilíbrio, sempre realizando novas equilibrações em patamares superiores (reequilibração majorante).
V. No seu entendimento acerca da relação desenvolvimento-aprendizagem, acredita que a aprendizagem é o motor do desenvolvimento.

Assinale a alternativa CORRETA.